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Sobre o Centro

O prédio histórico onde está o Centro Cultural Correios de São Paulo ocupa um grande terreno no Vale do Anhangabaú, coração do centro antigo da cidade, e tem 15 mil m² de área construída. Sua construção começou em 1919 e a inauguração ocorreu três anos depois. Tornou-se um ponto marcante na paisagem urbana da capital Paulista e fez com que a Praça Pedro Lessa ficasse mais conhecida como "Praça do Correio" do que pelo seu nome original.

Mais sobre o centro
Inaugurado em 2013, o Centro Cultural Correios São Paulo fomenta atividades culturais nos campos das artes visuais, humanidades e música. A agenda é diversificada, durante todo o ano, com o intuito de atingir e atender aos diferentes gostos. O público tem a oportunidade de prestigiar, gratuitamente, artistas em início de carreira como também os renomados, que procuram inserir seus trabalhos em um local que une credibilidade e reconhecimento da sociedade.

O edifício restaurado e reformado abriga em suas novas instalações a Agência Central de São Paulo, a Agência Filatélica D. Pedro II e o Centro Cultural Correios. O espaço destinado ao Centro conta com uma área de 1.280m², com duas salas para exposições e o saguão central.

Serviço – Centro Cultural Correios São Paulo

Endereço: Avenida São João, s/nº, Vale do Anhangabaú, São Paulo-SP. CEP: 01031-970
Horário: segunda a sexta-feira, das 9 h às 17h
Informações e agendamento de visitas: (011) 2102-3690
SPM - Centro Cultural Correios - Caixa Postal
e-mail: centroculturalsp@correios.com.br
Entrada franca.

Conheça a planta baixa do centro


Programação

EXPOSIÇÕES

Descartes

A exposição "Descartes" é a primeira individual da artista Myriam Glatt na capital paulista. A mostra reúne um conjunto de trabalhos produzidos a partir de materiais recolhidos em entulhos – papelões, principalmente – que são apropriados pela artista e reutilizados como suporte das obras. A partir da pintura e da colagem, Myriam cria instalações visualmente potentes, concebidas especialmente para o espaço expositivo, que tocam em temas como ecologia, consumo, arquitetura e apropriação na arte contemporânea.

“Os trabalhos são resultados de uma vontade de experimentar novos suportes, me libertando do tradicional chassi. A partir desta ação, a pintura vira instalação ou relevo, como gosto de chamar as obras em papelão”, afirma Myriam. Já nas pinturas sobre jornal, um descarte diário coletado pela artista ao longo de 4 anos, a opção pela pouca interferência permite que os espectadores leiam os textos publicados, marcando o diálogo entre suporte e pintura.

A exposição em São Paulo reúne quatro instalações inéditas – a maior delas com 15 metros de comprimento – que ocuparão os 590 m² do espaço expositivo e abrangem temas de dois universos. Ao trabalhar com materiais descartados, a mostra reflete sobre as relações entre consumo e natureza, trazendo à tona os processos que deram origem às obras: uma vez produzido a partir de recursos naturais, o papel foi industrializado e processado como mercadoria de consumo, que retornou ao espaço público, primeiro, em forma de lixo e, segundo, de arte. E, em relação à prática artística de Myriam Glatt, a exposição levanta a questão do suporte na arte contemporânea. A artista incorpora nos trabalhos as cores, formas, marcas, imperfeições e inscrições do suporte, que não é visto, aqui, como um mero pano de fundo sobre o qual a artista trabalha; ele próprio estrutura a prática artística de Myriam.

“O corpus da obra da artista é de difícil classificação e não se conforma em permanecer em escaninhos rijos. Pintura, tridimensional, colagem e desenho se coadunam para oferecer elementos variados de apreensão ao público que passa pela ruidosa zona central de São Paulo, onde o prédio dos Correios está encravado. Uma política do precário e uma imbricada relação com o cotidiano se descortinam sobre os trabalhos da artista”, analisa o curador Mario Gioia, que assina o texto crítico da exposição.

Sobre a artista

Radicada no Rio de Janeiro, a artista Myriam Glatt se pauta pelo caráter interdisciplinar em sua produção visual. Formada em arquitetura pela Santa Úrsula (RJ) e pós-graduada em Arte\Filosofia PUC RJ (2014), estudou escultura no San Francisco Art Institute e no Santa Barbara City College, California, USA, pintura e História da Arte em cursos livres no Parque Lage, RJ.

Principais exposições Individuais: “descartes”, Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro, 2017; “Tempo, da contenção à expansão”, Centro Cultural Justiça Federal, Rio de Janeiro, 2017; "Flor, da contenção à Expansão" - Espaço Cultural Correios, Niterói, 2017; “Coletivos, manchas e contornos”, Galeria Toulouse Arte Contemporânea (TAC), 2015. Principais exposições coletivas: “Fora da Ordem”, Parque das Ruinas, Rio de Janeiro, 2017; “Circuito Interno fevereiro”, Fabrica Bhering, 2017; "Acesso arte contemporânea - Qual é seu link?" - Centro Municipal de Artes Calouste Gulbenkian, 2016; "Soy mujer soy latina americana"- Espaço Cultural Cedim Heloneida Studart, 2015;“O Cortiço”, Ceperj, Curadoria Marcelo Campos, 2012.

Serviço
Onde:
Centro Cultural Correios São Paulo, avenida São João, s/nº, Vale do Anhangabaú, centro (perto dos metrôs Anhangabaú e São Bento)
Quando: de 23 de março a 30 de maio de 2018
Quanto: grátis
Informações: (11) 2102-3693
Acessibilidade para cadeirantes





Centro Cultural São Paulo




Visitação:

Centro Cultural Correios
Avenida São João, s/nº, Vale do Anhangabaú, São Paulo-SP
CEP: 01031-970
Telefone: (11) 2102-3690
SPM - Centro Cultural Correios - Caixa Postal
e-mail:

Funcionamento:
O Centro Cultural Correios São Paulo recebe visitantes de segunda a sexta, das 9h às 17h.
Entrada franca.

Como chegar:
Metrô - Estação São Bento, saída para o Vale do Anhangabaú.
Automóveis - Embarque e desembarque são liberados no calçadão, o acesso é pela Rua Capitão Salomão. Há estacionamentos públicos em torno do CCC.

Acessibilidade:
Rota acessível. Elevador e banheiro adaptados.