Portal dos Correios

Sobre o Museu

O Museu Correios preserva a história dos serviços postais e telegráficos e a memória de uma das instituições mais antigas do Brasil, os Correios.  Além disso, possui, durante todo o ano, uma programação variada de atividades culturais no campo das Artes Visuais, Audiovisual, Música e Humanidades.

Mais sobre o Museu Correios

As iniciativas de proteger bens e documentos relacionados aos Correios no Brasil datam do século XIX. O Museu Telegráfico foi criado ainda na época do Império pelo Barão de Capanema e reunia fragmentos de cabos submarinos e aparelhos telegráficos, por exemplo. O Museu Postal surgiu em 1889 e colecionava documentos e artefatos exclusivos dos serviços postais como malas, bolsas e carimbos.

No período do DCT, Departamento de Correios e Telégrafos, foi instituído o Museu Postal e Telegráfico em 1931. A coleção filatélica foi organizada em 1958 no Museu Filatélico. Com a extinção do DCT e a fundação da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos em 1969 um grupo de trabalho foi estabelecido em meados da década seguinte para a organização de um novo museu.
 
Em 15 de janeiro de 1980, o antigo prédio da primeira sede dos Correios em Brasília passou a abrigar o Museu Postal e Telegráfico, MPT.  Tornou-se referência em conservação, pesquisa e exibição de objetos relativos à História Postal e Telegráfica do Brasil, com ênfase especial para a Filatelia nacional e internacional. Após uma reformulação, foi reaberto em 25 de janeiro de 2012 e proporciona aos visitantes experiências nas mais diversas formas de expressão artística e cultural.

O acervo de mais de 1 milhão de peças relacionadas à história postal e telegráfica é fonte primária das exposições que propiciam ao público  o encontro com a história do país. A localização privilegiada, no “coração” comercial de Brasília, a entrada gratuita e o fácil acesso, por meio do transporte público são diferenciais.

Serviço – Museu Correios

Museu Correios
Endereço: Setor Comercial Sul, quadra 4, bloco A, n° 256, ed. Apolo, Asa Sul. Brasília/DF
Horário: terça a sexta-feira, de 10h às 19h. Sábados, domingos e feriados, de 12h às 18h.
Informações e agendamento de visitas: (61) 3213-5076
e-mail:
museu@correios.com.br
Entrada franca.

Confira a planta baixa do Museu Nacional dos Correios

 

Programação
PROJETO

Produtores, gestores e artistas locais se reúnem em projeto de ações culturais no Centro de Brasília.
Acontece no Museu

Shows, cursos, palestras, bate-papos e oficinas ocupam o auditório do Museu Correios em 2018.

Acontece no Museu busca trazer ainda mais opções de vida cultural, com entretenimento, formação de plateia para artistas locais da música, capacitação e educação em cultura, por meio de ações diferenciadas e a preços convidativos, na área central de Brasília.

O projeto, de produção e idealização da Villa-Lobos Produções e André Trindade Produções e com o apoio do Museu Correios, da Agenda Cultural Brasília e Território Comunicação, acontecerá ao longo de todo 2018.

A programação do mês de junho começa nos dias 12, 13 e 14 com o curso Projetos Culturais na Prática – das 19 às 22 horas, um laboratório intensivo de 03 dias de duração, onde o aluno levará sua ideia e/ou projeto e trabalhará nele junto com os professores de criação, elaboração, prestação de contas e sustentabilidade em eventos. Investimento R$ 30,00 por dia de aula. Vagas limitadas!

No dia 16 das 14h30min às 17 horas - a Banda O Tarot, traz uma palestra e um bate papo superinteressante sobre o case de sucesso do financiamento coletivo para o CD Ilha de Vidro que estão em turnê de lançamento. A palestra será acompanhada por um pocket show do grupo! Ingressos a R$ 15,00 a meia e R$ 30,00 a inteira. Levando 01 kg de alimento não perecível o ingresso cai para R$ 10,00.

No dia 20 – quarta feira – das 19 às 22 horas haverá a palestra sobre Economia Criativa e diversas formas de captação de recursos para projetos culturais. Com Marcello Fonteles – da Agenda Cultural Brasília. Uma abordagem bem interessante sobre o mundo da cultura!  Investimento R$ 30,00 e levando 01 kg de alimento não perecível será R$ 20,00.

No dia 23 de junho, às 20 horas - o projeto Encanta Brasília traz para o palco do Acontece no Museu uma gama de cantores e cantoras de Brasília num repertório que homenageia os 60 anos da Bossa Nova. Artistas como Yara Gambirásio, Ana Studart, Lucimar Rodrigues, Luiza Marta entre outros revezarão cantando os maiores sucessos da Bossa Nova,  capitaneados pelo reconhecido instrumentista Alberto Gambirásio. Ingressos a R$ 15,00 a meia e R$ 30,00 a inteira.

Serviço:
Projeto: Acontece no Museu
Local: Museu Correios em BrasíliaEndereço: Setor Comercial Sul, Quadra 04, Bloco A, Número 256
Realização:
Villa-Lobos Produções e André Trindade Produções
Apoio: Museu Correios, Agenda Cultural Brasília e Território Comunicação.

Programação de junho:
Dias 12, 13 e 14 -
das 19 às 22 horas :Curso Projetos Culturais na Prática
Valor: R$ 30,00. C.I.: 15 anos.

Dia 16 das 14h30min às 17 horas: Palestra + pocket show Banda O Tarot sobre CD Ilha de Vidro – financiamento coletivo – case de sucesso!  RS 15 e R$ 30,00 e traga um kg de alimento não perecível e pague apenas R$ 10,00 - C.I.: 15 anos.

Dia 20 – das 19 às 22 horas: Palestra sobre Economia Criativa e diversas formas de captação de recursos com Marcelo Fonteles.  Investimento R$ 30,00, levando 01 kg de alimento R$ 20,00.

Dia 23 – às 20 horas – Show Encanta Brasília comemora os 60 anos de Bossa Nova: Ingressos à R$ 15,00 a meia e R$ 30,00 inteira

Ingressos também serão vendidos na hora aceitando cartão de débito.


EXPOSIÇÕES

 

ATÉ AQUI, ENCÁUSTICA

O Museu Correios recebe a mostra “Até aqui, encáustica” que reúne 57 obras da trajetória da artista plástica Veruska Lacroix. A exposição, que tem curadoria de Andrea Cabral, estará aberta para visitação de 9 de março a 27de maio de 2018.

Veruska Lacroix nasceu em Paranavaí-PR, mas considera-se brasiliense, pois chegou à capital federal aos seis meses de idade e teve toda a formação educacional, social e cultural construída nessa cidade. Começou sua produção artística em 1994 no ateliê da Marlene Godoy. Estudou Artes Plásticas por quatro anos na Universidade de Brasília e formou-se em Psicologia.

Ao longo de sua carreira como artista participou de diversas exposições coletivas e individuais em espaços destinados a arte na cidade como o Espaço Cultural do STJ, o Museu do TJDFT, a Câmara dos Deputados, o Sesc, entre outros.

Em maio de 2017, estava com seis quadros expostos no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento quando teve suas obras destruídas em invasão do espaço de exposição durante manifestação na esplanada. Essas obras, de sua primeira fase, em óleo e acrílico, foram “reconstruídas” a partir da encáustica e serão apresentadas pela primeira vez no Museu Correios.

A encáustica é uma técnica conhecida desde a antiguidade, muito utilizada por gregos e romanos e mais tarde, na Idade Média, por ingleses e franceses. A palavra vem da expressão grega “gravar a fogo” e caracteriza-se pela mistura de ceras e resinas, combinada com pigmentos em óleo. Veruska trabalha com pintura em encáustica desde 2015.

A maioria dos quadros apresentados na exposição foi produzido pela artista em onze séries: “Início”, “Universo”, “Fragmentos do Universo”, “Frutas”, “Filhos”, “Florestas”, “Primavera”, “Buritis”, “Cobogós”, “Refazendo” e “Renda-se”. As produções Cobogós e Buritis revelam o sentimento de pertencimento da artista à cidade de Brasília, a influência e inspiração dos traços arquitetônicos da cidade, o olhar da vegetação de cerrado do Planalto Central; a série “Primavera” representa a força e a leveza das amizades que podemos cultivar durante uma vida. A série “Filhos” com obras intituladas: “proteção”, “sustentação”, “proliferação”, “complexidade”, “receptividade” e “perpetuação – amor” são a tradução do sentimento de plenitude que a maternidade lhe trouxe. As raspas de tintas utilizadas nas obras são transformadas em mandalas. Para essa exposição a artista traz a “Mandala Universo” e a “Mandala Florestas”, obras em formato redondo que não possuem molduras.

A arte é transformadora. Transforma estados emocionais, intelectuais, sociais. Ajuda a descobrir, entender, desenvolver a percepção interna em comunhão com o inconsciente coletivo, tanto de quem faz quanto de quem observa. Quem observa também se transforma. Acredito no poder da arte de abrir um leque de percepções infinito. Ela mexe com o que há de muito profundo dentro dos seres e faz emergir conteúdos talvez inalcançáveis se tratados apenas racionalmente.  ‘Até aqui, encáustica’ retrata meu percurso pela arte e ao mesmo tempo o meu presente, a minha presença, minha e minha vontade de que haja sempre amor na vida das pessoas.”

Serviço
Exposição: ATÉ AQUI, ENCÁUSTICA
Artista: Veruska Lacroix
Curadora : Andrea Cabral
Abertura: 8 de março às 19 horas com apresentação dos músicos Lauro Aires, Marcelo Lima e Bruno Dourado.
Visitação: de 9 de março a 27 de maio de 2018. Terça a sexta, das 10h às 19h | sábado e domingo, das 14h às 18h.
Local: Museu Correios. Setor Comercial Sul Quadra 04, Bloco A 256. Brasília-DF
Entrada Franca | Livre para todos os públicos

 


Os Sinais e As Coisas – Das Fogueiras à Internet

O Museu Correios apresenta a exposição “Os Sinais e As Coisas – Das Fogueiras à Internet” que conta a história das telecomunicações no Brasil e exibe um panorama da evolução dos sistemas de comunicação. A invenção da escrita transpôs a fronteira do tempo e do espaço, estabelecendo uma nova relação entre remetente e destinatário, já que a proximidade física entre eles já não era necessária. Mas ainda as mensagens estavam sujeitas à velocidade dos transportes. Era apenas mais um limite a ser vencido. A saga em busca do instantâneo está em evidência na ambientação desta mostra.

É possível conhecer mais sobre a telegrafia e o seu desenvolvimento em um país continental como o Brasil. A telegrafia ótica, em 1668, já era usada em Salvador como prevenção a piratas e outros invasores. O telégrafo de bandeiras, com códigos baseados em cores e formas foi depois utilizado em vários locais para avisar sobre a chegada de navios. A telegrafia elétrica se tornou uma realidade em nosso país a partir de 1852 no Rio de Janeiro, quando D. Pedro II trocou telegramas com Eusébio Queirós e o professor Capanema. As inovações surgiam e tornava mais próxima a integração de todas as regiões. No final do século XIX, todas as capitais brasileiras estavam interligadas pelo telégrafo. O desafio de levar as linhas telegráficas ao interior ficou a cargo de Cândido Mariano da Silva Rondon. No início do século XX também a telegrafia sem fio dava os primeiros passos, possibilitando o desenvolvimento posterior do rádio, da televisão aberta, telefonia celular e o wi-fi.

“Os Sinais e As Coisas – Das Fogueiras à Internet” é um convite a uma viagem no tempo. A mostra expõe várias preciosidades que fazem parte do acervo do Museu, como, dentre outros, os telégrafos Bréguet, Morse, Baudot, telefones antigos, além do “Ford de Bigodes” usado em 1927 pelo Marechal Rondon na sua última missão: a demarcação de fronteiras no extremo-oeste do Brasil.

Serviço: 
Os Sinais e As Coisas – Das Fogueiras à Internet 
Local: Museu Nacional dos Correios - Setor Comercial Sul, Quadra 4, Bloco A - Edifício Apolo, Asa Sul, Brasília (DF) - Telefone: (61) 2141 9270 

Museu Correios




Visitação

Museu Correios
SCS – Setor Comercial Sul, Qd. 4, Bl A, nº 256, ed. Apolo, Asa Sul
70304-915 - Brasília - DF
Telefone: (61) 2141-9270
E-mail: museu@correios.com.br

Funcionamento
O Museu Correios recebe visitantes de terça a sexta, das 10h às 19h e sábado, domingos e feriados das 14h às 18h.

Informações e agendamento de visitas
(61) 2141-9276