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Sobre o Centro

O Centro Cultural Correios Rio de Janeiro está localizado na Rua Visconde de Itaboraí, 20, no centro da cidade. Integra o Corredor Cultural, tendo como vizinhos a Casa França Brasil, ao lado, e o Centro Cultural do Banco do Brasil, defronte.

Mais sobre o centro
O imóvel foi inaugurado em 1922. As linhas arquitetônicas da fachada, em estilo eclético, caracterizam o prédio do início do século, construído para sediar uma escola do Lloyd Brasileiro. Mas isto não ocorreu e o prédio foi utilizado, por mais de 50 anos, para funcionamento de unidades administrativas e operacionais dos Correios. Na década de 80, o imóvel foi desativado para reformas, sendo reaberto em 2 de junho de 1992, parcialmente restaurado, para receber a "Exposição Ecológica 92", evento integrante do calendário da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente - RIO 92.

A inauguração oficial do Centro Cultural Correios aconteceu em agosto do ano seguinte, com a Exposição Mundial de Filatelia - Brasiliana 93. Desde então, o Centro Cultural Correios vem marcando a presença da instituição na cidade com promoção de eventos em áreas diversas, como teatro, vídeo, música, artes plásticas, cinema e demais atividades voltadas à integração da população carioca com formas variadas de expressão artística.

Suas instalações, adequadas à realização de diversificada programação, ocupam integralmente os 3.480m2 da área do prédio. O Centro Cultural Correios Rio de Janeiro é dotado de três pavimentos interligados por um elevador, também do início do século, de onde se pode ter uma visão panorâmica de todo o ambiente interno.

No andar térreo, está localizado o Teatro com 320 m² e capacidade para 200 pessoas.

Também no térreo há uma Galeria de Arte para pequenas mostras. No segundo e terceiro pavimentos, estão localizadas dez salas de exposições, com infra-estrutura e iluminação propícia a eventos de grande porte.

Ao fundo da Galeria de Arte está localizada a Agência JK, que oferece os serviços de Correios e de conveniência, com funcionamento de terça-feira a domingo, do meio-dia às 19 horas.

O Centro Cultural Correios dispõe também de um Bistrô, que funciona durante o horário de realização dos eventos.

A Praça dos Correios - uma área aproximada de 1,3 mil m² ao ar livre, com espelho d'água e suporte de uma concha acústica, que pode receber um público numeroso para eventos a céu aberto.

O Centro Cultural Correios, em média anual, recebe um público 400 mil visitantes e promove cerca de 50 eventos, com atrações variadas de teatro, música, dança, cinema e vídeo, além das exposições de diversos tipos de arte.

Confira as plantas baixas do Centro Cultural Correios no Rio de Janeiro



Programação

EXPOSIÇÕES

“CAMINHOS DIVERSOS”



Almir Reis

 Brasileiro nascido em São Paulo, Almir atualmente divide o seu tempo entre o Rio de Janeiro e Lisboa.

 Inquieto, adora testar novas experiências em montagens, colagens, cores e reproduções, desenvolvendo a imagem e atingindo um resultado sensível com identidade autoral.

Iniciou o seu trabalho fotográfico em 1999 e hoje tem em seu currículo exposições em diversas partes do mundo.

Os trabalhos apresentados aqui em Caminhos Diversos são uma retrospectiva desses 20 anos em fotografia. Em Intervenções e Mergulhos, Almir explora imagens, ângulos e adiciona recursos tecnológicos, atingindo resultados inusitados e instigantes - inventando e reinventando. Divirtam-se!

Marco Figueiredo

Marco constrói o alicerce de suas obras com linhas, ângulos e planos. Em sua geometria, pintada sobre papel ou tela, as formas são dinâmicas e se equilibram como esculturas ou móbiles em suspensão.

 Em busca desta percepção tridimensional, o artista pesquisa um mix de técnicas que passam pelo guache, nanquim, colagens e muitas outras experimentações. Em algumas obras o papel é cortado à navalha, surpreendendo com cores e texturas em seu interior,  como num jogo lúdico. O emprego cromático serve ao propósito de cada obra, como figura ou fundo dos seus geométricos. Por vezes a cor é sólida para criar efeitos visuais precisos. Em outras a forma é quase absorvida por pinceladas fluidas.

 Marco Figueiredo nasceu no Rio de Janeiro. Reside em Miami, desde 1994, dividindo o seu tempo entre a produção artística, com pesquisa de técnicas e processos e suas atividades de empresário.

Serviço:

Exposição: “CAMINHOS DIVERSOS”
Abertura:  17 de maio de 2019, às 19h
Visitação: de 18 de maio a 07 de julho 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, n. 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)



“ANGELA MARIA - LADY CROONER”


 

O espetáculo musical "Ângela Maria - Lady Crooner" mostra a trajetória de uma voluntariosa cantora de musicais, durante apresentação de um show em homenagem à cantora Ângela Maria, e seu convívio com o camareiro Olavo, fã da eterna Rainha do Rádio. Este espetáculo celebra os 70 anos de carreira deste ícone da canção popular. "Ângela Maria - Lady Crooner" é composto por 26 canções que integram o vasto repertório da cantora, que foi estrela da Rádio Nacional em seus 70 anos de uma vitoriosa carreira. A diva completaria 90 anos de idade no dia 13 de maio.

Texto, Roteiro Musical e Direção Geral de Francis Mayer
Arranjos Direção Musical de Leandro Braga
Cenografia de Rosa Magalhães
Figurinos de Marcelo Marques
Iluminação: Djalma Amaral
Direção de Movimento de Maria Sita Souza
Elenco: Lílian Valeska e Mauricio Baduh

Serviço:

Espetáculo: “ANGELA MARIA - LADY CROONER”
Estreia: 14 de maio de 2019, às 19h
Temporada: de 14 de maio a 15 de setembro 2019
Dias: terças e quartas
Horário: às 19h.
Ingresso: R$30 (inteira) R$15 (meia) – vendas online: ingressorapido.com.br
Bilheteria: terças e quartas, das 15 às 19h
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro – Teatro: 199 lugaresEndereço: Rua Visconde de Itaboraí, n. 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)

EQUILIBRIUM

 

 A exposição dos artistas plásticos Patricia Secco e Ricardo Hachiya, mostram esculturas em equilíbrio, compostas de vários materiais, com uma representação orgânica.

Esculturas da Secco são árvores brancas e representam uma crítica ao desmatamento da Amazônia. Secco apresenta também, uma Instalação, “Metamorfose II”, composta de casulos e cogumelos feitos de crochê, apontando a necessidade da preservação do Meio Ambiente. As obras de Patricia sempre têm uma conotação e preocupação com a Sustentabilidade.

As esculturas de Hachiya, exploram também o equilíbrio entre as partes, física ou conceitualmente, e apresenta as séries “Mobiles” e “ParaLicas”, esculturas em madeira e fios de cobre (abreviação de Parabolóides Hiperbólicas).

Os “Móbiles” são construídos em vergalhões de obra, na sua maioria recolhidos como sobras, e peças de madeira de demolição, que seriam descartadas. Essas peças são de vários tipos diferente de árvores, algumas de madeiras já extintas ou dificilmente encontradas em nossas florestas, como “Jacarandá”, “Ipê” e “Pinho de Riga”. Outras foram executadas com peças de aço e alumínio reutilizados, e ainda em chumbo.

As “ParaLicas” são realizadas com réguas de madeiras de lei recicladas e arqueadas quando submetidas à uma tensão com fios de cobre ou de aço, e que resultam nessa forma geométrica, chamada Parabolóide Hiperbólica (uma curva formada por várias retas). Essas peças são retrabalhadas, recortadas e lustradas, e assim ressignificadas.

Em conjunto, mostram três esculturas de grande formato de um terço, um realizado pelos dois artistas, e outros dois realizados um por cada artista. No terço conjunto, as “Ave Marias” são feitas em cubos de arame coloridos, o “Pai Nosso” em bolas de vergalhão de obra em aço, e o “Credo” em aço cortén. Os terços individuais tem cada um sua interpretação, mas seguem o grande formato da obra.

Serviço:

Exposição: “EQUILIBRIUM”
Abertura: 24 de abril de 2019, às 19h
Visitação: de 25 de abril a 09 de junho 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, n. 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)


“ILIMITE - DO ARQUEOLÓGICO AO CÓSMICO”

 

PILAR DOMINGO - ARTISTA VISUAL CARIOCA PREMIADA INTERNACIONALMENTE, EXPÕE NO CENTRO CULTURAL CORREIOS - ‘ILIMITE - DO ARQUEOLÓGICO AO CÓSMICO’ UMA VIAGEM EM SUA TRAJETÓRIA ARTÍSTICA DA DÉCADA DE 80 ATÉ AGORA.

 A artista carioca Pilar Domingo nunca teve dúvida de sua vocação, filha dos espanhóis Pere Benet Domingo (grande artista e cenógrafo que nacionalizou a imagem do carnaval carioca) e de Conchita Borrell (pedagoga e delegada de cultura hispânica no Brasil). Formada em Pintura e Gravura pela UFRJ e Doutora em História da Arte Contemporânea e Novas Técnicas da Gravura pela Universidad Complutense de Madrid.

 Desenvolveu como gravadora um trabalho pioneiro na técnica da gravura em metal e na impressão de grandes proporções e novos suportes, sendo merecedora de 11 prêmios nos principais salões nacionais de arte, bem como, um prêmio internacional no Salão Jovem Estampa Latino Americana, em Havana, Cuba. Sua carreira transita entre o magistério e a criação artística. Foi professora da UFJF (Minas Gerais) por treze anos. Realizou painel em têmpera e óleo (3x32 metros) para o Departamento Nacional de Estradas e Rodagens-IPR e a gravura tridimensional ‘TOTEM’ (soma de 30 gravuras). Sua obra está diretamente ligada a sua relação com a natureza e suas explorações. Residiu por seis anos na Ilha Grande, no Rio de Janeiro.

 Seguiu suas viagens explorando o Pantanal Mato Grossense e recentemente Colômbia, México, Papua Nova Guiné, Indonésia, Tailândia e Malásia. Pilar também é uma grande articuladora no meio artístico, sendo diretora da Casa Benet Domingo, centro cultural alternativo onde organizadora, curadoria, residência artística e exposições, mostras e eventos ligados a arte e a cultura.

 As obras da artista compõem o acervo de museus, instituições e coleções particulares no Brasil, Espanha, Portugal, República Tcheca, Itália, Cuba, Alemanha e Américas. Sua atual produção comporta pintura, escultura, jóias, gravura, vídeo arte, arte digital e instalações com diferentes técnicas, incorporando as novas mídias e tecnologias.

 A exposição ‘Ilimite - Do arqueológico ao Cósmico’ de Pilar Domingo nos transporta ao templo cretense, ancestral e íntimo de Pilar. Com a curadoria ousada de Maria Matina, o espaço expositivo se transformou no espaço de inspiração e criação da artista, apresentando uma arqueologia terrena e visceral, cheia de terra e força humana em conexão com o espiritual invisível que nos rodeia.

 A artista transita entre o mundo do arqueológico e cósmico, trazendo os elementos da natureza e a soma do quinto elemento que é o humano. Apresenta mais de 50 obras em diversificadas técnicas como gravura, pintura, desenho, colagem, impressão sobre alumínio e papel, escultura, além da instalação artística com fragmentos do caminho espiritual ao templo do ILIMITE.

 A exposição propõe a entrada em um espaço sagrado de contemplação e permeabilidade através do terreno e do sensível.

 Serviço

 

Exposição: “ILIMITE - DO ARQUEOLÓGICO AO CÓSMICO”
Abertura: 22 de maio de 2019, às 19h
Visitação: de 23 de maio a 07 de julho 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, n. 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)

“DO TEU SAUDOSO OSWALDO”


Fotos: https://www.amazon.com/clouddrive/share/oaWRAZhjzgj0zcb8gVbgxbbNbsCgrLhF8HNiWp9u3EV

Com fotos, vídeos e cenografia, mostra apresenta dimensão privada de Oswaldo Cruz, médico e sanitarista reconhecido pelo enfrentamento de epidemias que assolavam o Brasil no início do século 20

Um pai e marido amoroso. Um viajante fascinado pela modernidade das metrópoles europeias e norte-americanas, em flagrante contraste com um Brasil assolado pela pobreza e por epidemias. Um homem que não hesita em expor seus ódios e paixões, angústias e fragilidades. As linhas traçadas por Oswaldo Cruz em papéis de carta com timbres de hotéis e navios, que revelam uma faceta pouco conhecida do cientista e sanitarista, inspiram a exposição Do teu saudoso Oswaldo.

Em cartaz no Centro Cultural Correios, no Rio, de 29 de março a 30 de junho, a mostra lança um novo olhar sobre esta figura emblemática da saúde pública nacional a partir de sua correspondência pessoal, abrangendo um período que se inicia em 1889 e se estende após a sua morte, em 1917, aos 44 anos. São centenas de cartas, cartões-postais e bilhetes e fotografias sob a guarda da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), que revelam o lado mais íntimo e humano desse personagem.

A exposição

Em uma série de filmetes em formato de stories –  narrativas audiovisuais curtas e fragmentadas hoje populares nas redes digitais –  três atores (Bruno Quixotte, João Velho e Rafael Mannheimer) dirigidos por Sura Berditchevsky interpretam trechos das cartas de Oswaldo Cruz. Nessa correspondência, estão eternizadas as experiências cotidianas do cientista, suas observações atentas sobre os locais aos quais viaja, suas impressões sobre o trabalho e a troca de afetos com a família.

Oswaldo encontrava nas cartas um meio para aliviar a saudade dos familiares. Nelas, estão registrados comentários – alguns dos quais inusitados – à sua principal interlocutora, a esposa Emília da Fonseca, a quem carinhosamente chamava Miloca. As correspondências revelam um marido amoroso e espirituoso, um pai zeloso, características pouco conhecidas do personagem que influenciou uma geração de jovens médicos e pesquisadores brasileiros. Oswaldo não escondia as lágrimas, nem disfarçava a tristeza causada pela distância dos entes queridos, provocada por constantes e longas viagens que, com frequência, o privavam do convívio familiar

Oswaldo Cruz no Brasil e no exterior

As cartas são um testemunho das viagens do cientista pelo Brasil, a Europa e a América do Norte. Em 1905, Oswaldo realizou uma longa expedição rumo ao norte do país, cobrindo cerca de 20 portos brasileiros, desde o Rio de Janeiro até Manaus. Cinco anos mais tarde, retorna à região amazônica para realizar a profilaxia da malária, doença que dizimava trabalhadores envolvidos na construção da estrada Madeira-Mamoré.

Em 1907, o cientista foi a Berlim para participar da Exposição de Higiene e Demografia. De lá seguiu para o México, passando antes pelos Estados Unidos, para assegurar ao presidente Theodore Roosevelt que o porto do Rio de Janeiro, livre da febre amarela, era seguro para as embarcações norte-americanas. Em cartas enviadas à esposa durante a viagem aos Estados Unidos, onde conheceu os “arranhadores de céus” nova-iorquinos, o cientista deixa claro seu fascínio pela modernidade, que demarcava uma conquista civilizatória em flagrante contraste com os problemas sanitários encontrados no Brasil.

Em 1911, uma nova exposição levaria Oswaldo a Dresden, na Alemanha, e dessa vez em companhia da filha Lizeta. Com ela excursionou pela Itália, Suíça e França antes de chegar ao destino. Anos depois, durante a Primeira Guerra, Oswaldo é obrigado a abandonar Paris às pressas e se estabelecer com a família em Londres. Com receio dos ataques dos submarinos alemães a navios no Atlântico, deixa a família em Londres e retorna sozinho ao Brasil. Em cartas trocadas com a esposa, Miloca, ficam explícitas as tensões do período, como o medo dos bombardeios dos zepelins alemães.

Do teu saudoso Oswaldo também é um instrumento para rememorar a cultura das cartas, que Oswaldo Cruz utilizava quase como um diário. Com o avanço das novas tecnologias e a disseminação das redes digitais, esse meio de comunicação pessoal perdeu relevância. A sobreposição de meios e linguagens para reviver a figura de Oswaldo proposta por essa exposição incita um questionamento: com o domínio da comunicação por mensagens instantâneas, que testemunhos deixaremos às gerações futuras?

Concepção e realização

Concebida pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), a exposição Do teu saudoso Oswaldo é uma realização da Folguedo e tem gestão cultural da Sociedade de Promoção da Casa de Oswaldo Cruz (SPCOC), com apoio do Centro Cultural Correios. A mostra conta com patrocínio da Lei de Incentivo à Cultura da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro (ISS), da Secretaria Municipal de Cultura, Concremat Engenharia e Tecnologia, Grupo Libra, Seres, Marsh e Guy Carpenter.

Serviço:

Exposição: “DO TEU SAUDOSO OSWALDO”
Abertura: 28 de março de 2019, às 19h
Visitação: de 29 de março a 30 de junho 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, n. 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)

  

“MENTE FLUIDA: MERGULHO NA PSIQUÊ CRIATIVA”



Exposição inspirada na natureza niteroiense chega ao Centro Cultural Correios

“Mente fluida: mergulho na psiquê criativa”, da artista Letícia Marcier, fica em cartaz até junho

 A mostra faz parte da jornada internacional da artista plástica Letícia Mercier, que irá expor em São Paulo, Rio de Janeiro, Veneza, Nova York e Paris durante o ano de 2019. A curadoria é de Marcia Marschhausen e Alcinda Saphira.

Radicada em Niterói, a mineira Letícia Mercier construiu sua forma de expressão entrelaçada às questões contemporâneas que o sujeito experimenta durante uma vida de constante mudança cultural e euforia tecnológica.

Inspirada principalmente na natureza que envolve o meio urbano niteroiense, nos mares e praias paradisíacas da cidade, a artista transforma seu ambiente interior em expressão exterior transportando as tintas multicoloridas pela diluição da água em grandes telas circulares.

Experimenta em seu atelier, por meio das tintas acrílicas, mergulhar em camadas mais profundas de sua mente, extravasando sentimentos que todos experimentamos como seres humanos. Excitação, transformação, equilíbrio, paz, sexualidade e tranquilidade são referenciados nas telas redondas de um metro de diâmetro, que remetem o planeta Terra visto de cima, e que simulam a ação dos ventos, mares e pressão capazes de carregar matéria por toda a superfície construindo paisagens únicas.

Apresentada pela New York International Contemporary Art Society, em parceria com a Sociedade de Arte e Gastronomia Contemporânea de São Paulo, Tartaglia Art, Saphira & Ventura Gallery e Meu BB – Galeria de Arte, a exposição conta com obras de duas mostras anteriores: “Estratosfera”, que ocorreu em 2018 na Sala de Cultura Leila Diniz; e de “Quimera Sensorial”, na Câmara Municipal de Niterói em 2019.

Serviço:

Exposição: “MENTE FLUIDA: MERGULHO NA PSIQUÊ CRIATIVA”
Abertura: 24 de abril de 2019, às 19h
Visitação: de 25 de abril a 09 de junho 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, n. 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)

 

“ARTE CONSCIENTE - UMA INICIATIVA GLOBAL”

 

Autismo e Alzheimer pelo olhar dos artistas.

Rio de Janeiro recebe pela primeira vez o projeto internacional "Arte Consciente - Uma iniciativa Global"

 O projeto "Arte Consciente - Uma iniciativa Global" desembarca em abril no Rio de Janeiro e reúne conferência e exposição coletiva de pinturas, arte digital, esculturas e instalações trazendo como temáticas o Alzheimer e o Autismo. Será realizado no Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro de 24 de abril a 8 de junho.

 As peças apresentadas na exposição são do americano Neil Kerman e dos brasileiros Marize Koerich, Paula Delmanto e Zé Dassilva. Neil Kerman revela um diálogo com refinamento do processo criativo, uma mescla de cores e diferentes formatos de telas. Alzheimer's Awareness é usado na vida cotidiana dos pacientes nos asilos do artista que também utiliza a arte como terapia no tratamento da doença. A exposição apresenta também o trabalho de arte digital de autoria de Marize Koerich (MAK), artista e ativista que utiliza a arte para dar visibilidade ao autismo. Paula Delmanto expõe esculturas e instalação sobre os temas e ainda as ilustrações do artista e roteirista Zé Dassilva.

 Os benefícios da arte para as pessoas com Alzheimer se estendem a observar obras de arte. Essa interação ajuda no alívio dos sintomas da doença, juntamente com projetos artísticos voltados para os pacientes e a importância da interação com a família. Para crianças autistas a arte é uma ferramenta valiosa no tratamento por ser um elemento fundamental para promover atividades que configurem um estímulo para sua inserção social e desenvolvimento da comunicação ampliando a capacidade de abstração, coordenação motora, imaginação, criatividade, sensibilidade, afetividade e organização interna.

 A exposição já foi realizada na sede da ONU (Organização das Nações Unidas) em Nova York, Londres, Madri e São Paulo na Saphira & Ventura Gallery em colaboração com o Instituto Albert Einstein, a Sinagoga Mirshcan Menachem, e na Itália no Museu MITT, em Torino. O programa foi criado pelos sócios galeristas Alcinda Saphira (curadora) e Louis Ventura (economista PhD), ambos estabelecidos no mercado internacional há mais de duas décadas.

 "Arte Consciente - Uma iniciativa Global" é uma realização da International Contemporary Art Society de New York (NYICAS), Saphira & Ventura Gallery em parceria com a Sociedade de Arte e Gastronomia Contemporânea de São Paulo (SIAGC) e conta com o apoio da ABRAz (Associação Brasileira de Alzheimer - Regional Rio de Janeiro), SAP Labs (empresa multinacional de software e aplicativos empresariais que trabalha com inclusão social e emprega pessoas com autismo) e OAB-RJ. A curadoria é de Alcinda Saphira e Riccardo Tartaglia e co-curadoria de Regina Nobrez.

Serviço:

Exposição: “ARTE CONSCIENTE - UMA INICIATIVA GLOBAL”
Abertura: 24 de abril de 2019, às 19h
Visitação: de 25 de abril a 09 de junho 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, n. 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)

“CORRUPÇÕES NA ALMA”


 

Marcelo Frazão e Marina Vergara celebram 30 anos de arte, nos Correios

 A primeira mostra dos dois artistas remonta ao final dos anos 1980. Agora,  Marcelo Frazão e Marina Vergara se juntam mais uma vez, desta vez na exposição “Corrupções na Alma”, em cartaz até 07 de julho, das 12h às 19h, no Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro.

 Livremente inspiradas nos temas dos, bastante atuais,  “Pecados Capitais”, a mostra reúne gravuras e esculturas.

 Marcelo Frazão apresenta 13 gravuras inspiradas em 13 poemas do renomado poeta Armando Freitas Filho.

 Enquanto isso,  nas 9 esculturas de Marina Vergara, o aspecto teatralizado e dramático das obras nos leva à uma  reflexão sobre o que estamos fazendo de nossas vidas hoje, num mundo tão fragmentado, tão esvaziado, tão empobrecido do ponto de vista da experiência humana. Dramáticos, seus personagens  encontram-se com os pés descalços por estarem em um plano de sofrimento material e carnal. Suas mãos suplicam, rasgam, apontam, escondem.

 Marina explica que teve a intenção de provocar desconforto visual e catarse perturbadora, para isso utilizando o dinamismo dos corpos opulentos e serpenteados, com contorções impróprias para os seres humanos, contextualizando a Violência, a Traição, o Vicio, a Corrupção, a Luxúria, a Omissão, o arrependimento, e a rendição, criados especialmente para esta exposição.

Serviço:

Exposição: “CORRUPÇÕES NA ALMA”
Abertura:  17 de maio de 2019, às 19h
Visitação: de 18 de maio a 07 de juLho 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, n. 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)


Centro Cultural Rio de Janeiro


Visitação:
Centro Cultural Correios
Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro
Corredor Cultural
20010-976 - Rio de Janeiro - RJ
Telefone: 0XX 21 2253-1580
Fax: 0XX 21 2253-1545
E-mail:

Funcionamento:
O Centro Cultural Correios recebe visitantes de terça-feira a domingo, das 12 às 19h
Entrada franca.