Sobre o Centro

O Centro Cultural Correios Rio de Janeiro está localizado na Rua Visconde de Itaboraí, 20, no centro da cidade. Integra o Corredor Cultural, tendo como vizinhos a Casa França Brasil, ao lado, e o Centro Cultural do Banco do Brasil, defronte.

Mais sobre o centro
O imóvel foi inaugurado em 1922. As linhas arquitetônicas da fachada, em estilo eclético, caracterizam o prédio do início do século, construído para sediar uma escola do Lloyd Brasileiro. Mas isto não ocorreu e o prédio foi utilizado, por mais de 50 anos, para funcionamento de unidades administrativas e operacionais dos Correios. Na década de 80, o imóvel foi desativado para reformas, sendo reaberto em 2 de junho de 1992, parcialmente restaurado, para receber a "Exposição Ecológica 92", evento integrante do calendário da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente - RIO 92.

A inauguração oficial do Centro Cultural Correios aconteceu em agosto do ano seguinte, com a Exposição Mundial de Filatelia - Brasiliana 93. Desde então, o Centro Cultural Correios vem marcando a presença da instituição na cidade com promoção de eventos em áreas diversas, como teatro, vídeo, música, artes plásticas, cinema e demais atividades voltadas à integração da população carioca com formas variadas de expressão artística.

Suas instalações, adequadas à realização de diversificada programação, ocupam integralmente os 3.480m2 da área do prédio. O Centro Cultural Correios Rio de Janeiro é dotado de três pavimentos interligados por um elevador, também do início do século, de onde se pode ter uma visão panorâmica de todo o ambiente interno.

No andar térreo, está localizado o Teatro com 320 m² e capacidade para 200 pessoas.

Também no térreo há uma Galeria de Arte para pequenas mostras. No segundo e terceiro pavimentos, estão localizadas dez salas de exposições, com infra-estrutura e iluminação propícia a eventos de grande porte.

Ao fundo da Galeria de Arte está localizada a Agência JK, que oferece os serviços de Correios e de conveniência, com funcionamento de terça-feira a domingo, do meio-dia às 19 horas.

O Centro Cultural Correios dispõe também de um Bistrô, que funciona durante o horário de realização dos eventos.

A Praça dos Correios - uma área aproximada de 1,3 mil m² ao ar livre, com espelho d'água e suporte de uma concha acústica, que pode receber um público numeroso para eventos a céu aberto.

O Centro Cultural Correios, em média anual, recebe um público 400 mil visitantes e promove cerca de 50 eventos, com atrações variadas de teatro, música, dança, cinema e vídeo, além das exposições de diversos tipos de arte.

Confira as plantas baixas do Centro Cultural Correios no Rio de Janeiro

 

Programação

"Linha Livre"

A arte de Bruno Big

O carioca Bruno Carneiro Mosciaro, mais conhecido como Bruno Big, se destaca por ser um artista multidisciplinar, trabalhando em diferentes suportes e sempre em busca de novas técnicas. Bruno é formado em Comunicação Visual pela PUC-RJ, sendo especialista em História da Arte e Arquitetura, com estudos na área das gravuras, disciplina na qual deu aulas por mais de 15 anos na faculdade onde se formou.

Ele é conhecido pelas linhas fluidas e pela gestualidade impressa no seu trabalho, utilizando-se de novas linguagens, sem perder nunca seu DNA artístico. Sua presença na arte de rua é marcante em sua carreira. Por isso, frequentou inúmeros eventos ao redor do mundo, criando murais e participando de exposições em galerias de Paris, Nova York, entre outras, além de ter pintado painéis em Chicago, Paris, Amsterdam, Minsk e Pequim.

Na exposição que faz no Centro Cultural Correios, LINHA LIVRE, Bruno apresentará trabalhos em técnicas variadas, mostrando sua nova fase de pinturas, em acrílica e aquarela, e de esculturas em cerâmica. Dentre suas pinturas, algumas caminham para a abstração e outras para o figurativo, sempre demonstrando a preocupação do artista em pesquisar na procura de encontrar a forma mais correta de produzir suas obras.

Bruno não para de experimentar diversos rumos dentro da sua própria linguagem, buscando sempre a evolução da sua expressão artística.

As obras mais recentes expostas nessa exposição foram criadas no ateliê do artista na serra do Rio de Janeiro, o que proporcionou a ele iniciar uma nova fase, onde a gestualidade e a liberdade nitidamente se manifestam.

A Curadoria de LINHA LIVRE é de Carlos Bertão e o Design Expositivo e Iluminação ficam a cargo de Alê Teixeira.

Exposição: “Linha Livre”

Visitação: de 03 de novembro de 2020 a 24 de janeiro de 2021.
Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro.
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)

"Prelúdio"

Hoje, alguns artistas apontam os possíveis rumos do que chamamos Arte “Contemporânea”, e que, no futuro, será chamada de Arte “Clássica”. As obras da artista Rachel Roscoe, no entanto, apontam rumos inesperados, pois não se submetem ao tempo. Ao contrário, o transcendem, criando uma experiência estética atemporal e Universal, preenchendo portanto todos os requisitos para ser chamada de “Clássica”.

Artista premiada, com exposições individuais no Brasil e exterior, suas obras fazem parte do Acervo do Governo Federal, acervos privados de grandes empresas e coleções particulares pelo mundo.

Mineira de Belo Horizonte, nascida em 1976, a Escola de Belas Artes da UFMG foi seu caminho natural, pois nunca houve separação entre arte e vida desde a infância da artista.

Suas obras incorporam vários paradoxos, como um “Classicismo Precógnito” (o Universal e Atemporal são, já, Clássicos...), a relação entre sujeito e realidade, realidade e tempo e objetividade e subjetividade.

O nome da Exposição, Prelúdio, assim como suas obras, também nos apresenta um paradoxo que compreendemos apenas ao final da experiência.

Utilizando a técnica desenvolvida por ela, chamada Circunscritos, a série Imaginário revisita a energia forte e pura da infância, onde a liberdade se faz mais presente. A artista nos transporta para um Universo diferente, mas no qual nos sentimos estranhamente confortáveis, pois tudo nos é, de certa forma, familiar. É neste momento que nós descobrimos Alice em um mundo Maravilhoso, onde as cores, formas e regras não são mais os mesmos, mas nos tocam e falam de nós mesmos.

— “Essa familiaridade com o nunca visto é justamente um resgate.” — Inicialmente esta frase parece confusa, mas ela faz todo o sentido ao ver as obras da artista.

A artista define melhor o que não podemos e nos reconforta nomeando a familiaridade que sentimos com suas obras:
— “Minha técnica, a qual intitulei Circunscritos, visa resgatar algo que com o tempo e a própria familiaridade se desgasta: a relação com o Belo. A convivência com algo e a intimidade daí advinda, muitas vezes nos torna insensíveis ao que nos cerca e ao que nos foi, uma vez, motivo de afeto.”

Então descobrimos que o Maravilhoso mundo de formas e cores é aqui, e nós é que não o vemos mais. Suas obras trazem um problema fundamental da Filosofia:  O agora, onde a realidade se forma apenas no encontro com o observador.

Este universo Imaginário, que existe apenas no encontro conosco e, no entanto, nos é tão familiar, desperta em nós uma nostalgia, como se fossem polaroides de memórias profundas...

Neste momento, onde não há nem um “eu” desassociado da obra, nem uma pintura que nos impõe a imagem, e sim a sugere, há espaço para a experiência do Belo. Esta acontece entre, e somente e justamente porque não está nem na obra, nem no espectador.

A experiência resgata em nós o afeto, não pela obra, ou pela suposta realidade, mas pela própria experiência do Belo, nos lembrando de algo que perdemos e não percebemos. Despertando em nós uma sensação adormecida, que nos é tão familiar, como também para o fato de que não temos esta experiência há muito tempo...

E aí compreendemos o paradoxo do nome da Exposição, que o Prelúdio é, na realidade um resgate do início, um resgate do Belo em nós. Pois a realidade se forma é no Encontro.

Exposição: “Prelúdio”

Visitação: de 03 de novembro de 2020 a 24 de janeiro de 2021.
Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro.
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)

"Petrina Checcacci - 60 anos de arte"

Exposição no Centro Cultural Correios reúne cerca de 100 obras marcantes da trajetória da artista plástica, além de trabalhos inéditos.

Completando 60 anos de carreira em plena atividade, a artista plástica Pietrina Checcacci, a convite de Carlos Bertão, ganha uma exposição à altura do seu talento e importância. Em “Pietrina Checcacci – 60 anos de Arte” serão apresentadas cerca de 100 obras entre pinturas, desenhos, esculturas, aquarelas e serigrafias que traçam um panorama da longa carreira da artista ítalo-brasileira, além de trabalhos inéditos feitos especialmente para a exposição.

Com curadoria de Carlos Bertão e design expográfico de Alê Teixeira, a mostra faz um passeio, em ordem cronológica, por diversas fases de criação da artista plástica e as muitas interseções entre elas, com temas que ressurgem de tempos em tempos, sempre com um novo olhar. Com destaque para o corpo humano, sempre presente, das mais variadas formas.

- Acho que a exposição vai ser uma surpresa até para mim porque vou rever 60 anos de trabalho de uma forma que nunca vi. Ao longo desse tempo, foram mais de 20 fases. E a cada fase, fim e recomeço mantêm uma mesma base, raiz e coerência de pensamento. Novo tema, nova proposta, novo enfoque, nova técnica, mas sempre a continuação do passo a passo criativo. Renovações que não impedem que após terminada, uma fase reapareça em nova forma e outras soluções complementares – conta Pietrina.

Um exemplo é a série “Povo Brasileiro”. Sua primeira versão, nos idos dos anos 1970, tinha um certo ar naïve e retratava operários, trabalhadores, políticos, jovens, fumantes e censores. Já sua versão 2020 surge com cores mais vibrantes e ainda mais politizada em sinergia com um povo que é mais consciente, informado e superconectado. O resultado são pinturas que retratam personagens como um Clóvis repleto de celulares, políticos (Moro e Bolsonaro, entre eles) e até a menina Ágatha (morta por PMs no Complexo do Alemão). Suportes e materiais também se modernizaram. Se há 50 anos, as pinturas encantavam em estandartes feitos de cânhamo, agora, elas estão em telas sem chassi que ganharam um suporte especial para simplesmente flutuar na parede.

Diversidade de materiais e técnicas, aliás, não são nenhuma novidade para Pietrina que sempre fez questão de manter uma criação muito variada. Reflexo direto de sua formação na Escola Nacional de Belas Artes, onde teve como contemporâneos grandes nomes como Carlos Vergara, Roberto Magalhães, Solange Escotegui, Anna Maria Maiolino, Antonio Dias, Rubens Gerchman, Paiva Brasil e Ivan Freitas.

- Era uma patota que discutia e debatia artes, costumes, ética e estética. Divagávamos tardes inteiras no diretório da escola. Foi na ENBA que aprendi a trabalhar com todo tipo de material e técnica. Isto me proporciona uma liberdade criativa imensa – destaca a artista.

E o resultado poderá ser visto na exposição. Montada em duas salas do terceiro andar do Centro Cultural Correios, que somam cerca de 500 metros quadrados, a mostra apresenta, em ordem cronológica, trabalhos de todas as seis décadas de arte de Pietrina, desde 1960 até 2020.

- Essa exposição é, na verdade, uma oportuna e merecida homenagem a uma grande artista plástica. Quem ainda não conhece o trabalho de Pietrina, poderá se deleitar ao vê-la pela primeira vez de forma completa, conhecendo todo o seu trabalho desde o início dos anos 1960 até hoje – avalia Carlos Bertão, curador e produtor da mostra.

O público certamente perceberá que apesar das muitas mudanças, um tema é recorrente: o corpo humano. Ele está sempre presente. Seja nas suas famosas esculturas, seja nas pinturas. Por vezes descontruído, por vezes visto através de uma lente grande angular. Ora apresentado como terra, montanha ou paisagem. Ora representado como um botão de rosa ou um asteroide.

- Todo o meu trabalho gira em torno do ser humano, da terra, do universo, da vida e da morte. Mas o homem é minha maior referência, a forma como vemos o mundo. Por isso, o corpo humano aparece em tantas fases – explica Pietrina.

Outro destaque da exposição é a apresentação, em vitrines, de quatro selos desenhados pela artista, a convite dos Correios, entre 1978 e 1984.

Dois deles chegaram a ganhar prêmios mundiais – que também estarão expostos.

Sobre a artista

“Racionalmente italiana, emocionalmente brasileira”. É como Pietrina Checcacci, nascida em Taranto, na Itália, em 1941, gosta de se definir. Cidadã honorária carioca, chegou na cidade aos 13 anos, quando deixou com os pais a Europa do pós-guerra. E logo começou a se dedicar às artes e à literatura. “Desde os 5 anos, sabia que seria artista”, conta, lembrando a menina que na adolescência devorava dois a três livros por semana, sempre emprestados de bibliotecas públicas em Copacabana, onde morava com a família. Ilustrações suas feitas sobre a obra Dom Casmurro estão até hoje no Colégio Amaro Cavalcanti, onde estudou. Os estudos formais nas artes começaram em 1958, quando ingressou na Escola Nacional de Belas Artes. Ali, foi premiada duas vezes com medalha de ouro. Desde então, participou de inúmeras mostras internacionais e coletivas no Brasil, Itália, Portugal, Espanha, Estados Unidos e países latino-americanos. Entre as incontáveis exposições individuais destacam-se as realizadas na Galeria Documenta e Skultura Galeria de Arte, em São Paulo, AM Niemeyer, Galeria Gravura Brasileira, Museu Nacional de Belas Artes, além dos principais museus e galerias das capitais brasileiras. Suas obras estão nos acervos de museus e galerias de arte do Brasil e integram importantes coleções nacionais e internacionais. Entre suas premiações, destacam-se o “Prêmio de Viagem ao Estrangeiro”, do Salão Nacional de Arte Moderna (1974); a inclusão nos “Destaques da Pintura Brasileira da Década de 70”, pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1980) e ainda o “Prêmio São Gabriel” (1977) e “Rosa de Prata” (1982), na Itália.

Informações para a imprensa:

(21) 2512-3636 / angelafalcao@angelafalcao.com.br

Angela Falcão – (21) 98112-3636

Exposição: “Pietrina Checcacci – 60 anos de Arte”

Visitação: de 03 de novembro de 2020 a 24 de janeiro de 2021.
Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro.
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)

"Realidade Simulada"

Lair Uaracy leva sua arte vibrante e expressiva ao Centro Cultural Correios

As figuras expressivas e vibrantes de Lair Uaracy vão encher de cor a Sala Proa, do Centro Cultural Correios. É a exposição Realidade Simulada, que apresenta alguns dos mais recentes trabalhos do artista plástico: retratos feitos em tinta acrílica sobre tela de diferentes formatos e dimensões. Com curadoria de Carlos Bertão e design expográfico de Alê Teixeira, a mostra reúne cerca de 20 obras que têm como principal característica pinceladas espessas e marcantes.

- Conheci o Lair numa exposição coletiva na Úmida Galeria. Sua obra me chamou atenção imediatamente. Meu lado colecionador logo disse: “compra”. E o curador: “expõe”. Fiz ambos. E o resultado é a exposição Realidade Simulada – conta o curador Carlos Bertão, que se impressionou especialmente com a forma franca, sem ser pretensiosa, com que Lair retrata seus personagens.

De fato, as obras do artista revelam figuras densas, ainda que um tanto distorcidas, por vezes andrógenas, mas sempre com cores vibrantes e muita força.

- Qualquer pessoa faz com o celular fotos realistas. Os meus quadros são meio estranhos porque crio retratos de personagens nada realistas. A maioria tem traços de pessoas que fazem parte da minha vida. Mas a partir daí, crio outros personagens, montando quase um Frankenstein (risos). E o engraçado é que muita gente acaba se identificando de alguma forma – diverte-se Lair.

Uma das figuras mais recorrentes, como inspiração para esses personagens, é o pai de Lair, que morreu em 2017 – mesmo ano em que o então advogado resolveu largar a promissora carreira, num grande escritório, para se dedicar exclusivamente às artes, uma paixão que cultivava desde menino.

O primeiro passo foi o de muitos artistas cariocas: a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, onde foi aluno de João Magalhães e Bob N, que se tornaria seu mentor. Foi Bob quem primeiro indicou Lair para a École Nationale Superieure des Beaux Arts de Paris, uma das mais prestigiadas do mundo. Lá, o artista fez sua primeira residência fora do país, no ateliê de Jean Michel Alberola, apenas dois anos depois de iniciar seu caminho pelo mundo das artes e em sua primeira participação na difícil seleção que inclui talentos de todo o mundo. O intercâmbio parisiense durou seis meses, entre julho de 2019 e janeiro de 2020 – período em que Lair era o único brasileiro por lá -, e levou ainda a uma segunda residência internacional, dessa vez na Galeria Casa70 Lisboa, em Portugal. Outro fruto imediato foi a seleção para criar o rótulo de um vinho comemorativo (e produzido em edição limitadíssima exclusivamente para ser presenteado) da tradicional Quinta do Javali, que completa 300 anos em 2020.

- Essa vivência foi muito importante. Além de todo o aprendizado e das referências de História da Arte, que eu não tinha já que sempre fui muito intuitivo, foi uma experiência que mudou minha cabeça. Foi muito impressionante ver como o artista é respeitado na França, como a visão de cultura é tão diferente da que temos aqui – conta.

A carreira intensa desse jovem artista de 40 anos, que nasceu em Belém mas sempre viveu no Rio, inclui ainda a realização de mostras individuais em galerias e a participação em diversas coletivas como a tradicional Abre Alas da moderninha A Gentil Carioca. Lair foi um dos participantes da mostra de 2019 com cinco de suas obras.

A exposição “Realidade Simulada” é a primeira do artista em um Centro Cultural.

Informações para a imprensa:

(21) 2512-3636 / angelafalcao@angelafalcao.com.br

Angela Falcão – (21) 98112-3636

Exposição: “Realidade Simulada”

Visitação: de 03 de novembro de 2020 a 24 de janeiro de 2021.
Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro.
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)

"Encanto"

encant

O Centro Cultural Correios Rio de Janeiro recebe a exposição “ENCANTO (a arquitetura divina)”.  A mostra, com curadoria de Susi Sielski Cantarino, é uma retrospectiva que reúne obras e instalações do artista plástico mineiro Ribahi.

A exposição conta com peças em cristais, metais, pedras brasileiras, peças folheadas a ouro de quatro fases diferentes do artista:  “Cicatrizes”, “Buraco Negro”, “Suspensão” e “Lance seu coração à frente e corra para alcançá-lo” — esta última, inspirada num provérbio árabe  - todas as decisões da minha vida foram tomadas pelo coração.

Em sua trajetória, Ribahi teve como base a engenharia, que cursou durante 3 anos, somado a um profundo mergulho nos campos do teatro, cinema, literatura e por fim as artes plásticas.  “Gosto de pensar nas minhas peças como projetos arquitetônicos. O metal traz solidez, as pedras trazem luz. Dentro da minha circulação pelo mundo uma das experiências mais marcantes foi trabalhar em uma fábrica de joias na Tailândia aonde aprimorei técnicas que hoje uso”, complementa o artista.

A mostra “ENCANTO” concentra as 15 peças mais significativas dessas series.  A primeira série de esculturas produzida foi “Lance seu coração à frente e corra para alcançá-lo”. Depois veio a série “Cicatrizes” onde o artista rasgou o metal e preencheu com ametistas, pedras curativas, como se elas fossem a casca de uma ferida que está sarando. Em seguida, fez a série de cubos de metais oxidados de preto. Cubos rachados que contém no seu interior uma enorme quantidade de cristais de quartzo. Série chamada “Buraco negro”.  A última serie chamada “Suspensão” nasce do contraste entre o peso de pedras que flutuam apoiadas em sutis varetas de metais.

Mais sobre o artista

RIBAHI nasceu em Patrocínio, Minas Gerais, em 1965.  Foi criado na fazenda da família solto e selvagem como diz o artista. Em suas andanças sozinho pelos campos sempre observou os grandes cupinzeiros. Foi nessas primeiras incursões com a  experiência do barro que Ribahi se descobriu artista! Largou a engenharia, que estudou por 3 anos no Rio, para  entrar em uma companhia teatral. Essa paixão pelo teatro o levou à Itália e por ali ficou. Fundou sua produtora e por 25 anos criou, dirigiu, escreveu, produziu e atuou. Mergulhou em vários campos: teatro, cinema, literatura e  nas artes plásticas sintetizando todas essas experiências visuais.

Exposição: “Encanto”

Visitação: de 03 de novembro de 2020 a 24 de janeiro de 2021.
Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro.
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)

"Eram os deuses insetos?"

Lucio Volpini, capixaba, arquiteto e morador do Rio há décadas, frequentou por três anos a Instituto Lorenzo de Medici, em Florença, uma renomada escola de artes na Itália. Nos últimos anos, Lucio estabeleceu seu atelier na antiga Fábrica de chocolate Bhering.

Atraído desde criança por insetos, Lucio começou sua pesquisa em meados de 2018, quando assistiu a um documentário que tratava da utilização de todas as formas possíveis para se utilizar da arte como meio de salvar o planeta.

Quando o Museu Nacional ardeu em fogo, deixou Lucio arrasado e fez com que brotasse nele a vontade de melhor estudar os insetos e de divulgar sua importância para o meio ambiente da Terra.

Como ele frequentava há anos o Museu, fazendo desenhos de observação e conhecendo mais a fundo os insetos da coleção entomológica, lamentavelmente destruída pelo fogo, o incêndio despertou nele o desejo de transformar seus desenhos em uma produção de arte, passando a estudar a fundo a Entomologia e Biologia dos insetos, dando-se conta da importância dos mesmos no desenvolvimento e na sobrevivência do planeta. Há cerca de 420 milhões de anos os insetos foram as primeiras espécies a surgirem no planeta e a conseguirem voar, enquanto que o homem, como conhecemos hoje, surgiu há cerca de 200 mil anos.

O artista passou a se questionar sobre se antes do surgimento do homem na Terra quem ou o quê era sagrado. Ele se perguntava quais deuses eram esses quando surgiram os insetos?

Em suas pesquisas, que vinculavam os insetos à história da humanidade, Lucio encontrou vários exemplos onde eles eram considerados sagrados. Entre outros, as libélulas eram sagradas para alguns indígenas norte americanos e, ao mesmo tempo, eram consideradas como agulhas do diabo para alguns cristãos. O escaravelho era um Deus no Egito - Khepri - o Deus da Renovação, enquanto que entre os Mayas as formigas eram consideradas como tendo sido enviadas pelos Deuses ao nosso planeta.

A partir da década de 60, os cientistas começaram a demonstrar quão importantes eram os insetos no desenvolvimento sustentável da Terra, no papel importante que eles têm para manter o equilíbrio de nosso meio ambiente.

Muitos dizem que se os insetos desaparecessem, a Terra acabaria, mas se os homens desaparecessem, a Terra seguiria viva.

Essas inquietações e pesquisas de Lucio resultaram em dezenas de obras que fazem parte desta instigante exposição.

A exposição conta com a Curadoria e Produção de Carlos Bertão e o Design Expográfico e Iluminação de Alê Teixeira.

Exposição: “Eram os deuses insetos?”

Visitação: de 10 de novembro de 2020 a 10 de janeiro de 2021.
Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro.
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)

"Somos Sinantrópicos"

Nascido em Lima, Peru, Alejandro Saavedra é Bacharel e Licenciado em Artes Plásticas pela Pontifícia Universidade Católica do Peru e desde 2012 vive Rio de Janeiro.

Há mais de catorze anos ele exibe seus trabalhos em galerias em diversos países como Peru, Alemanha, Brasil, Canadá, EUA e França e tem obras no acervo do Museu das Américas, na Flórida, e em várias coleções particulares no Brasil, no Peru e nos Estados Unidos.

Nessa exposição, ele apresenta seus personagens e ambientes de uma forma lúdica, mostrando a incorporação de novas espécies de animais sinantrópicos ao ambiente urbano.

Esses animais, que inicialmente se aproximaram do homem devido à disponibilidade de alimento e abrigo, hoje são fugitivos de seus habitats naturais, em virtude das ações antrópicas predatórias desenvolvidas em tais locais.

Em suas telas, Alejandro pretende mostrar de uma forma surrealista que, assim como os animais buscam o ambiente urbano para sobreviverem, nós, animais racionais, também buscamos os ambientes naturais deles, muitas vezes de uma forma que estimula a sinantropia.

“Somos Sinantrópicos” conta com a curadoria de Carlos Bertão e o design e iluminação expositivos de Alê Teixeira.


Exposição: “Somos Sinantrópicos”

Visitação: de 10 de novembro de 2020 a 10 de janeiro de 2021.
Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro.
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção).

"De casa com a arte"

Exposição no Centro Cultural Correios reúne cerca de 100 obras marcantes da trajetória da artista plástica, além de trabalhos inéditos.


Pelo trabalho que desenvolvem em Curadoria e Design Expositivo, lidando constantemente com inúmeros artistas, Carlos Bertão e Alê Teixeira conceberam o projeto DE CASA COM ARTE - Artistas do Bem - logo no início do isolamento social causado pela chegada do coronavírus, quando ambos estavam com a COVID.

O projeto, dividido em duas fases, teve como objetivo a realização de quinze leilões beneficentes de obras doadas por 39 artistas plásticos.

A primeira fase do projeto contou com a participação de 21 artistas, com vendas realizadas pela  plataforma Arte na Fonte, através de leilões digitais.

Com o valor arrecadado nessa fase, nossa parceira no projeto, a Central Única das Favelas - CUFA, através do projeto MÃES DA FAVELA, adquiriu cestas básicas, beneficiando 350 famílias residentes em diversas comunidades carentes do Rio de Janeiro.

Na segunda fase do projeto, mais 24 obras foram doadas e leiloadas pela mesma plataforma, tendo o valor arrecadado sido dividido igualmente entre a CUFA e o Retiro dos Artistas.

Esta belíssima exposição representa um reconhecimento e agradecimento à paixão e à compaixão a todos os 39 artistas que doaram suas obras para os dois leilões e que se destacaram por sua generosidade e empatia.

Ela conta com a curadoria de Carlos Bertão e o design e iluminação expositivos de Alê Teixeira.

Exposição: “De casa com arte”

Visitação: de 10 de novembro de 2020 a 10 de janeiro de 2021.
Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro.
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção).

"O abraço"

Exposição: “O abraço”

Visitação: de 10 de novembro de 2020 a 10 de janeiro de 2021.
Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro.
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção).

Centro Cultural Rio de Janeiro


Visitação:
Centro Cultural Correios
Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro
Corredor Cultural
20010-976 - Rio de Janeiro - RJ
Telefone: 0XX 21 2253-1580
Fax: 0XX 21 2253-1545
E-mail:

Funcionamento (horário temporariamente reduzido):
O Centro Cultural Correios recebe visitantes de terça-feira a sábado, das 12 às 19h.
Entrada franca.